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quarta-feira, 29 de março de 2017

Seu pensamento é positivo ou impositivo?

Imagem do Google.imghp
Venho me questionando sobre o que é pensar positivo. Tenho uma mania e percebi que é sim uma mania, de dizer, a respeito de quase tudo em minha vida: “vai dar certo!”, mas será mesmo que vai?

Por que vai dar certo? Se já vai dar certo, porque a gente levanta e vai fazer as coisas ao invés de só ficar esperando dar certo? Quando é que a gente deve levantar e quando esperar? Será que não há um limite entre o pensamento positivo e o impositivo?

Todo mundo sabe bem o que é o pensamento positivo. Esse pensamento que nos vêm cheio de motivação, ânimo, e a estranha emoção da certeza de que algo dará certo, mesmo antes de acontecer. É somar a fé com a esperança, resultando em querer fazer acontecer.

Mas e o pensamento impositivo?

É quando o pensamento positivo não tem freio. Acelera a nossa alma, a ansiedade sai de controle, e as expectativas se tornam exageradas. É quando você voa tão alto, mas não sai do lugar. Aí, meu amigo, se nesse lugar não houver segurança emocional e uma cama aconchegante de amor e razão para absorver tua queda, prepare-se! Pensar impositivamente não é legal. É impor a si mesmo, como sendo seu próprio chefe, a realizar coisas que você pode até ser capaz de realizar se pensar positivo, mas pensando impositivamente você se cobra de tal modo que extrapola a sanidade da mente e do corpo.

Não se cobre tanto! Desacelera...

Pensar positivo é sair da inércia, mas pisa de leve no freio sempre que for necessário, assim que avistar as lombadas. Evita deixar pra puxar o freio de mão só quando tiver em cima da hora. Evita capotar a tua vida e os teus sonhos, pois eles não são tão impossíveis de se realizar, mas pra tudo há um tempo determinado. 

Bom seria que nossa mente sempre nos fizesse avaliar um pensamento assim que ele nos vem: é positivo ou impositivo? Preciso acelerar; frear ou parar de vez?


Um texto de Aline Menezes, criadora do Blog O Quarto de Aline
Ps.: Esse é apenas um texto para reflexão. Para mais esclarecimentos, consulte seu psicólogo/terapeuta.

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